Uma assimetria de apoio muda a posição da pelve e a carga que sobe pela cadeia. Quando isso aparece no exame, a palmilha entra como parte do tratamento de coluna — não como acessório de conforto.
De pé, parado, sobre a plataforma de sensores. Mostra quanto peso vai para cada pé, para o antepé e para o calcanhar — e onde estão os picos de pressão.
Caminhando. Registra o trajeto da carga do calcanhar ao dedo, o tempo de apoio de cada perna e as diferenças entre os lados durante a marcha.
Nem toda dor de coluna vem do pé. Mas quando vem, tratar só a coluna significa refazer o mesmo tratamento a cada seis meses.
Um apoio que colapsa para dentro roda a tíbia e altera o ponto de partida de tudo que está acima.
A rotação chega ao joelho como carga assimétrica na patela e no compartimento medial.
A pelve se inclina para compensar. É aqui que aparecem a dor sacroilíaca e a lateral de quadril.
A coluna ajusta a curva sobre uma base torta. O disco e as articulações recebem carga desigual a cada passo do dia.
O desenho sai dos achados da baropodometria e do exame clínico, com objetivo definido: redistribuir pressão, estabilizar a marcha ou compensar uma diferença de altura.
Produzidas por laboratório parceiro, ajustadas ao calçado que você realmente usa no dia a dia — o que faz diferença entre uma palmilha que funciona e uma que fica na gaveta.
Repetimos a baropodometria com a palmilha em uso para confirmar que a carga mudou como planejado. Se não mudou, ajustamos.
Rua Voluntários da Pátria, 45 — sala 401, Botafogo. Segunda a sexta, das 7h às 19h.